Sindehotéis participa do Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência de Bolsonaro

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Na manhã desta sexta-feira, 22 de março, o movimento sindical brasileiro se reuniu em todo o país contra a nefasta Reforma da Previdência do governo Bolsonaro (PSL) e em defesa de uma aposentadoria justa e merecida a classe trabalhadora. O Dia Nacional de luta foi convocado pelas Centrais Sindicais e Movimentos Sociais. A concentração em São Luís ocorreu em frente à sede do INSS no Parque do Bom Menino.

O presidente do Sindehotéis, Luiz Henrique Pereira da Silva, que esteve presente no Dia Nacional de Luta contra a Reforma do governo federal disse que foi um ato de resistência dos trabalhadores em desfavor das condições impostas no texto da proposta do presidente Jair Bolsonaro que visa exclusivamente destruir os direitos garantidos na Previdência.

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“Temos que preservar a solidez da Previdência social e as garantias previstas na Constituição. A PEC 06/2019 é uma medida severa que vai atingir milhões de trabalhadores. Vamos reagir a esse governo desumano e fortalecer a luta de classe para derrubar a aprovação do texto”, comentou o presidente Luiz Henrique.

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Raimundo Pedro de Jesus, presidente do Sintrarc, criticou a Reforma do presidente Bolsonaro e disse que o movimento sindical precisa de fortalecimento de modo geral para combater a medida. “É hora de fortalecer as bases e buscar nossos direitos. Essa proposta de Emenda não pode passar”, completou.

Desmonte da Previdência

Se aprovada no Congresso Nacional, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 06/2019) vai dificultar concessão da aposentadoria. Milhares de trabalhadores não conseguirão se aposentar e muitos se aposentarão com benefícios de menos de um salário mínimo. E os que já estão aposentados terão o valor dos benefícios achatados.

A proposta impõe a obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres) se aposentarem, aumenta o tempo de contribuição de 15 para 20 anos para receber benefício parcial e acaba com a vinculação entre os benefícios previdenciários e o salário mínimo.

Isso significa que os reajustes dos aposentados serão menores do que os reajustes dos salários mínimos. E mais: a reforma de Bolsonaro prevê que a idade mínima aumentará a cada quatro anos a partir de 2024. Ou seja, a regra para que um trabalhador possa se aposentar no futuro poderá ficar ainda pior.

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