Sindehotéis consegue reajuste salarial de 10% para os trabalhadores da empresa Lavebras

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Os trabalhadores da empresa Lavebras aceitaram o reajuste salarial de 10% negociado com a empresa e diretoria do Sindehoteis. O presidente do Sindehotéis gestão “Fortalecendo a Luta”, Luiz Henrique Pereira da Silva, esteve reunido nesta semana com a categoria para repassar essa proposta dos empresários, e a categoria aceitou o percentual.

A questão do reajuste salarial perdurou por vários meses devido à postura intransigente dos patronais. O sindicato e os hoteleiros sempre estiveram flexíveis nas negociações, em contrapartida à inflexibilidade dos empresários, que insistiam em conceder um reajuste minguado e muito abaixo da inflação do período de maio de 2015 a abril de 2016, que foi de 9,83%.

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A proposta inicial apresentada pela diretoria do Sindehotéis era de 13% de reajuste salarial. Durante as negociações, esse valor baixou para 11% e, posteriormente, os trabalhadores concordaram em só repor a inflação do período. Mesmo assim, os empresários continuaram irredutíveis. Vendo a inflexibilidade da empresa, a entidade sindical apresentou uma última proposta, de 10% retroativo a 1º de maio.

Depois de muita luta e cobrança por parte do Sindehotéis, os representantes da empresa Lavebras acataram a última proposta do sindicato. Durante as negociações, os empresários usaram e abusaram de desculpas para não conceder o reajuste pleiteado pelos trabalhadores. A crise econômica do país era pauta frequente dos empresários nos encontros com o sindicato.

“Nós lutamos e nos empenhamos para conseguir um reajuste mais vantajoso possível para a categoria. Não íamos aceitar nenhuma proposta abaixo do valor da inflação do período, que a empresa insistia em defender. Isso significaria uma perda muito grande ao bolso do trabalhador e não poderíamos aceitar de forma alguma. Hoje, viemos aqui trazer a proposta dos 10% dos empresários para os trabalhadores da Lavebras, e eles aceitaram. Os trabalhadores e o sindicato sempre estiveram abertos ao diálogo e à negociação; ao contrário da classe patronal. Mas, estamos firmes para fazer valer os direitos dos trabalhadores”, pontuou o presidente do Sindehotéis.

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